domingo, 27 de outubro de 2013

Sequência Fibonacci

O que é a sequência de Fibonacci ?

É uma sucessão de números que, misteriosamente, aparece em muitos fenômenos da natureza. Descrita no final do século 12 pelo italiano Leonardo Fibonacci, ela é infinita e começa com 0 e 1. Os números seguintes são sempre a soma dos dois números anteriores. Portanto, depois de 0 e 1, vêm 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34…
Ao transformar esses números em quadrados e dispô-los de maneira geométrica, é possível traçar uma espiral perfeita, que também aparece em diversos organismos vivos. Outra curiosidade é que os termos da sequência também estabelecem a chamada “proporção áurea”, muito usada na arte, na arquitetura e no design por ser considerada agradável aos olhos. Seu valor é de 1,618 e, quanto mais você avança na sequência de Fibonacci, mais a divisão entre um termo e seu antecessor se aproxima desse número.

GIRANDO, GIRANDO
Exemplos na natureza em que a sequência ou a espiral de Fibonacci aparece
CONCHA DO CARAMUJO
Cada novo pedacinho tem a dimensão da somados dois antecessores
CAMALEÃO
Contraído, seu rabo é uma das representações mais perfeitas da espiral de Fibonacci
ELEFANTE
Se suas presas de marfim crescessem sem parar, ao final do processo, adivinhe qual seria o formato?
GIRASSOL
Suas sementes preenchem o miolo dispostas em dois conjuntos de espirais: geralmente, 21 no sentido horário e 34 no anti-horário
PINHA
As sementes crescem e se organizam em duas espirais que lembram a de Fibonacci: oito irradiando no sentido horário e 13 no anti-horário
POEMA CONTADINHO
Acharam o “número de ouro” até na razão entre as estrofes maiores e menores da Ilíada, épico de Homero sobre os últimos dias da Guerra de Troia
A BELEZA DESCRITA EM NÚMEROS
A “Proporção de ouro” aparece tanto em seres vivos quanto em criações humanas. Na matemática, a razão dourada é representada pela letra grega phi: φ
PARTENON
Os gregos já conheciam a proporção, embora não a fórmula para defini-la. A largura e a altura da fachada deste templo do século V a.C. estão na proporção de 1 para 1,618
ARTES
Esse recurso matemático também foi uma das principais marcas do Renascimento. A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, usa a razão na relação entre tronco e cabeça e entre elementos do rosto
AS GRANDES PIRÂMIDES
Mais um mistério: cada bloco é 1,618 vezes maior que o bloco do nível imediatamente acima. Em algumas, as câmaras internas têm comprimento 1,618 vezes maior que sua largura
OBJETOS DO COTIDIANO
Vários formatos de cartão de crédito já foram testados. O que se sagrou favorito do público têm laterais na razão de ouro. Fotos e jornais também costumam adotá-la
ROSTO
Dizem que, nas faces consideradas mais harmoniosas, a divisão da distância entre o centro da boca e o “terceiro olho” pela distância entre esse ponto e uma das pupilas bate no 1,618
CORPO
Se um humano “mediano” dividir sua altura pela distância entre o umbigo e a cabeça, o resultado será algo em torno de 1,618
MÃOS
Com exceção do dedão, em todos os outros dedos as articulações se relacionam na razão áurea

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-e-a-sequencia-de-fibonacci


Triângulo de Pascal

O Triângulo de Pascal é muito utilizado em Análise Combinatória, recebe esse nome devido ao matemático Blaise Pascal que descobriu a maioria de suas propriedades. O triângulo de Pascal é um triângulo aritmético formado por números que têm diversas relações entre si.




Cada linha representa os números binomiais na expansão de (x+y)n, n≥0. Por exemplo: (x+y)3=1.x3 + 3x2y + 3xy2 + 1.y3 e na quarta linha temos 1 3 3 1.

NOTA: Considera-se que o topo do triângulo corresponde à linha 0, coluna 0.

Apresentando a fórmula matemática para esta propriedade:




sendo n o número de linhas e k o número de colunas dessa linha onde o número está (não se conta com o topo do triângulo, pois numa sucessão definida por recorrência tem que existir uma condição inicial, tal é 1).


Tal fórmula prova-se por indução matemática em n.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

QI - Quoeficiente de Inteligência



O que são Testes de QI ?

São testes que visam avaliar a capacidade cognitiva de uma pessoa em relação a sua faixa etária. Nesses testes, quase sempre são empregadas medidas como: tempo médio de solução dos problemas, quantidade de erros/acertos, etc.
A sigla QI quer dizer Quoeficiente de Inteligência e foi criada por Wilhelm Stern, em 1912. Ele também introduziu os termos "idade mental" e "idade cronológica".

Correlação com Sucesso

O QI é estudado porque ele se correlaciona muito bem com sucesso medido em uma variedade de eventos na vida de um sujeito. Pessoas com alto QI geralmente tem altos graus de educação (mestres, doutores e pós-doutores), salários elevados e saúde ótima. Por outro lado, a sensação de felicidade pessoal não parece estar ligada com a inteligência do sujeito.

Como é classificado o QI ?

A classificação clássica proposta por Lewis Terman é:
  • QI acima de 140: Genialidade
  • 121 - 140: Inteligência muito acima da média
  • 110 - 120: Inteligência acima da média
  • 90 - 109: Inteligência normal (ou média)
  • 90 - 109: Inteligência normal (ou média)
  • 80 - 89: Embotamento
  • 70 - 79: Limítrofe
  • 50 - 69: Cretino

A onde surgiu o primeiro teste de QI ?

O primeiro teste surgiu na China há mais de 1500 anos atrás, mas somente no início do século XX, na França, eles começaram a ter significado científico.

Entenda melhor neste vídeo abaixo, desde como monta e resolve um teste de QI.


Fontes:


3ª Aula - O Problema de Monty Hall

Conhecendo o Jogo 
A maneira que você joga determina suas chances de vencer, mas você pode se surpreender ao saber qual a melhor estratégia. 
Um apresentador de um jogo televisivo norte-americano chamado Let’s Make a Deal, que foi ao ar há alguns anos. Em um dos jogos, Monty apresentava aos participantes três portas.
Atrás de uma delas há um carro. Atrás das outras duas, nada. Monty sabe o que tem atrás de cada porta, mas você não sabe.

                                         Aplicando o Jogo 
O jogo é disputado em três etapas:
  1. Você escolhe uma porta.
  2. Monty abre uma das duas outras portas que você não escolheu, revelando um espaço vazio (ele nunca abre a porta que tem o carro).
  3. Agora você tem a escolha de ou permanecer com a porta que escolheu na etapa 1 ou trocar para a outra porta, que ainda está fechada.
Portas
Digamos que você escolha a porta A. Monty abreuma das outras duas portas, como por exemplo a B.
                       Portas
Agora você tem a opção de trocar para a porta C ou permanecer com sua escolha original, A.
                                              Portas
                                                             Trocando você pode se dar bem, ou não !

 


O que você faz ? Fica com sua escolha original ou troca depois que Monty abre a porta ? .
 


Veja no vídeo abaixo uma explicação simplificada porém completa :


Fontes:

domingo, 13 de outubro de 2013

2ª Aula - Teoria central do limite

O teorema central do limite afirma que a média de uma amostra de n elementos de uma população tende a uma distribuição normal. Pode-se pensar de forma empírica que ao nos distanciarmos da média, a probabilidade de ocorrência diminui, ou seja, é mais provável ocorrer um evento que se encontra próximo da média do que um evento de um dos extremos. Além disso, uma distribuição pode ganhar a forma de curva normal se possuir diferentes combinações para cada resultado possível do espaço amostral. Isso é válido (em se tratando de amostras discretas), para amostras suficientemente grandes da população. O suficientemente grande, varia de acordo com a população, para populações com distribuição quase simétrica, a amostra pode ser menor do que para populações cuja distribuição seja assimétrica. Em geral consideramos o tamanho da amostra maior do que trinta produz uma boa aproximação. A curva normal obtida, pode então ser convertida em uma curva binomial ou em uma curva de poisson, e posteriormente pode-se ainda realizar uma correção de continuidade. A precisão da correção de continuidade também pode ser medida.
Assim, é permitido inferir sobre a população através da média amostral e do desvio padrão amostral. Se extraíssemos todos os elementos da população, os dados sobre a amostra seriam exatamente iguais aos da população, mas isso pode ser demasiadamente custoso e/ou lento e/ou impossível (é impossível medir a resistência máxima de qualquer produto para todos os elementos da população).
Segue um video com exemplos do teorema do limite central:
                             
                      


Fontes:
http://www.youtube.com/watch?v=ZC8aQgXa4fw
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorema_central_do_limite

Problema de matemática

Você quer compra uma camisa que custa 97 reais, como você não tem dinheiro, pede R$50,00 emprestado para sua mãe e R$50,00 para o seu pai. Você compra a camiseta e sobram 3 reais, e dá R$1,00 pra sua mãe, R$1,00 pro seu pai e pega R$1,00 pra você. Então você deve R$49,00 para a sua mãe e R$49,00 para seu pai.Então teremos
Pai: R$49,00
Mãe: R$49,00
EU: R$1,00
Total: 99,00
A pergunta é onde esta esse R$1,00?

Pesquisando na internet encontrei a seguinte resposta:
"Total:100,00
Camisa:97,00, 48,50 do pai + 48,50 da mãe= 97,00
Sobrou 3 reais
1,00 para o pai + 1,00 real para a mãe e 1,00 para vc"

Fonte:
 http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20120614112455AAlSZtG





1ª aula - Sabedoria, conhecimento, informação e dado

Para entendermos sobre estatísticas, devemos compreender primeiro o que é estudado, então vamos apresentar a “Pirâmide do Conhecimento” em sua hierarquia.

Conceito
  • Dado: uma informação isolada.
  • Informação: é um conjunto de dados podem ser utilizados para se tomar uma decisão.
  • Conhecimento: é uma mistura de códigos e informação, é o resultado do processo de manipulação de dados, assim, o conhecimento pode ser considerado uma informação com uma utilidade..
  • Sabedoria: A sabedoria consiste em saber o que fazer com qualquer conhecimento, como utilizá-lo de forma prudente, moderada e profícua, útil.
Dado
Pequeno cubo que tem em cada face determinado número de pontos, desde um até seis.

"dado", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/dado [consultado em 13-10-2013].
Pequeno cubo que tem em cada face determinado número de pontos, desde um até seis.

"dado", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/dado [consultado em 13-10-2013].
O dado é um cubo que tem em cada face determinado numero de pontos, desde um até seis.
Uma curiosidade sobre ele é que a soma dos lados opostos resultam no número 7, pois é gravado o menor valor do lado oposto do  maior para não existir diferença no peso mesmo
A função do dado é gerar um resultado aleatório que não segue uma ordem específica.
Porém, quando jogamos dois dados, existe maior chance de cair certos números como podemos ver na tabela abaixo:
Imagem
Na tabela, percebemos que somando os números que podem cair nos dois dados, o número 7 é o que aparece mais vezes em relação aos outros (6 vezes), em seguida aparecem o 6 e o 8 (5 vezes), isso quer dizer que a probabilidade de caírem esses números são maiores.

Fontes :
  • http://www.significados.com.br/
  • http://www.priberam.pt/dlpo/