O teorema central do limite afirma que a média de uma amostra de n elementos de uma população tende a uma
distribuição normal. Pode-se pensar de forma empírica que ao nos distanciarmos da média, a probabilidade de ocorrência diminui, ou seja, é mais provável ocorrer um evento que se encontra próximo da média do que um evento de um dos extremos. Além disso, uma distribuição pode ganhar a forma de curva normal se possuir diferentes combinações para cada resultado possível do espaço amostral. Isso é válido (em se tratando de amostras discretas), para amostras suficientemente grandes da população. O suficientemente grande, varia de acordo com a população, para populações com distribuição quase simétrica, a amostra pode ser menor do que para populações cuja distribuição seja assimétrica. Em geral consideramos o tamanho da amostra maior do que trinta produz uma boa aproximação. A curva normal obtida, pode então ser convertida em uma curva binomial ou em uma curva de poisson, e posteriormente pode-se ainda realizar uma correção de continuidade. A precisão da correção de continuidade também pode ser medida.
Assim, é permitido inferir sobre a população através da média amostral e do desvio padrão amostral. Se extraíssemos todos os elementos da população, os dados sobre a amostra seriam exatamente iguais aos da população, mas isso pode ser demasiadamente custoso e/ou lento e/ou impossível (é impossível medir a resistência máxima de qualquer produto para todos os elementos da população).
Segue um video com exemplos do teorema do limite central:
Fontes:
http://www.youtube.com/watch?v=ZC8aQgXa4fw
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorema_central_do_limite
Nenhum comentário:
Postar um comentário